22 de setembro de 2018 - 16:20

Política

15/06/2018 14:05

Desembargador diz que professores querem receber 40h trabalhando 30 h; TJ dá prazo de 72 horas para Sintep se manifestar sobre legalidade da greve

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Fonte: Elisângela Neponuceno-Nobres Noticias

O Desembargador José Zuquim, deu prazo de 72 horas  para que o Sindicato dos Trabalhadores da Educação, subsede de Nobres se manifeste sobre a legalidade da greve.

O pleno do Tribunal de Justiça, julgou na tarde desta quinta-feira (14), medida liminar em Ação Direta de inconstitucionalidade em que se visava suspender a eficácia do art. 81 da lei, que trata do Plano de Cargos Carreiras e Salários dos profissionais da Educação.

Em greve desde o dia 11 de maio, a categoria  defende  reajuste de 6,81 %.

Já o Executivo propõe um reajuste de 2.07% com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) referente a 2017, pois a categoria recebe um piso de 40 horas, mas trabalha apenas 30 horas, assim recebendo a mais que o piso.

Nos últimos dias o movimento perdeu força e os profissionais devem convocar uma assembleia para deliberar sobre os rumos da paralisação.

Na verdade, os sindicalistas levaram um verdadeiro “banho de água fria”, durante o julgamento na tarde de ontem, quando o desembargador Marcos Machado, alertou que os professores tem jornada de 30 horas e estão pleiteando o valor correspondente a 40 horas.

“Ao que observo, o município está cumprindo o que prevê a lei federal, ainda que pagasse valor abaixo do piso, hoje o profissional com formação em Pedagogia recebe remuneração inicial de R$ 3.448,20 para jornada semanal de 30 horas, tendo portanto valor acima do piso nacional, ”, disse Machado.

 

 

 

 


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